Estruturado por um grid de vergalhões de aço de 1×1 metro, formando um espaço de 4×4 metros e 2,10 de altura, contrapõe a rigidez do metal à delicadeza das fibras de bananeira trançadas manualmente pelas mulheres da Fibrarte.
As tramas variam em densidade, filtram a luz e criam um percurso entre sombra e claridade. No centro, um relógio mecânico de torre feito pela Metalúrgica Freire, movido à corda, marca o tempo industrial, o tempo da natureza e o tempo da artesania.
Arquitetos:
André Moraes e Carolina Mapurunga
Fotografia:
André Scarpa, Igor Ribeiro e Lela Leme